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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Reflexões sobre o trabalho de arte educação

1. O que seria mais importante na concepção de educador na construção de conteúdos de arte -- os interesses estéticos dos alunos ou os conteúdos eleitos por você como os mais importantes para um determinado grupo?

Para mim o mais importante é possibilitar a participação dos educandos na produção de conteúdo durante um curso de arte educação, assim os interesses estéticos dos educandos podem dar pistas de que caminho seguimos juntos na pesquisação sobre arte.

2. Como você trabalharia com crianças em relação às imagens que elas constroem nos desenhos, nos quais aparecem alguns estereótipos? Quais seriam as auas orientações nesta situação?

Crio uma tática argumentativa para problematizar a pré-concepção sobre as pessoas envolvidas usando exemplos ou crio uma oficina que utiliza, fotos, imagens, links, videos ou sites relacionado ao assunto para alimentar o diálogo.





3. Você experimentaria uma proposta de aula de Artes que você pensou para uma determinada série em outra? Por quê?

Sim, por que poderia gerar variações e melhoramentos na didática além de links entre as produções das duas turmas...

4. Por que é importante não interromper o momento de concentração de uma criança num trabalho de artes?

Interrupções principlamente em sala de aula são imprevisíveis e não tem como impedir que aconteçam mas acredito que o educador tenha que usar sua sensibilidade para observar os caminhos de cada educando ajundando-o a retomar seu caminho, ou seja registrar, documentar e guardar cada passo do processo do educando.

5. Quais são os critérios que você adotaria para a avaliação dos educando. O que você pensa sobre a avaliação no ensino de Artes?

Eu levaria em conta o processo construído pelo educando durante o curso levando em conta a identidade de cada educando, suas necessidades pessoais, suas dificuldades e interesses. Um critério revelante seria uma avaliação compartilhada onde os colegas além do educador pudessem dialogar sobre a produção, dedicação e participação apresentada por cada educando no fim do curso.


6. As mudanças crescentes no mundo e nas nossas formas de entendê-lo devido à compreensão das tecnologias do espaço e do tempo supõe que uma ameaça à estabilidade permanente do nosso conhecimento, tornando-o frágil e provisório. No que essas mudanças podem afetar o trabalho do professor de artes?

Eu acho que essa característica cultural leva qualquer educador, tanto artes como qualquer outra área a se colocar sempre como aprendiz, reconhecendo que os educandos podem ter conhecimento de coisas que ainda não descobrimos impulsionando-nos a preferir construir conhecimentos colaborativamente e incentivando os educandos dividirem conosco o papel de educadores-pesquisadores-aprendizes.

7. Como você vê a inclusão da disciplina de Artes na interdisciplinaridade escolar?

Isso em determinadas questões pode não ser tão interessante quando o papel do educador de arte se reduz a um tarefeiro para enfeites e cartões em datas comemorativas mas quando o conhecimento em artes é valorizado de fato numa escola a arte pode ser uma oxigenação no ensino aprendizado possibilitando didáticas mais criativas e conteúdos mais significativos além da colaboração entre educadores de diversar áreas.

8. Mirian Celeste Martins em seus textos sobre arte-educação usa seguidamente a expressão "sensível olhar pensante". Em sua opinião como essa expressão se relaciona com o ensino de Artes, e o que a autora quer nos dizer usando tal expressão?

Identifico a colocação da autora com a postura do educador comprometido com o crescimento do educando  não só individualmente mas dentro de um processo coletivo no seu grupo onde será necessário documentar e saber linkar as produções da cada educando com outros conhecimentos e conteúdos nos quais ele poderá se inspirar ou enriquecer o processo criativo com sua turma.

Perguntas do prof. Celso Vitteli respondidas por Alissa Gottfried

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